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Entre tapas e beijos: Quais são as cinco prostitutas favoritas da família brasileira?

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As programadoras até saíram do interior dos telefones públicos, sempre lotadas de propagandas e propostas indecentes antes de se tornarem peças de museu, porém nunca saíram do sofá da tradicional família brasileira. A profissão continua na boca do povo, mesmo que seja uma das piores maldições, e ainda exerce uma espécie de fascínio sobre o espectador – a ponto de se tornar praticamente um clichê de uma novela das nove.

Capazes de despertar os piores preconceitos ou as mais genuínas das curiosidades, as trabalhadoras do sexo também tendem a trabalhar expedientes mesmo em parcelas que ainda se mostram ao sol – de Vale a Pena Ver de Novo a seis em tempos nostálgicos (ou não) de luz do dia economizando tempo.

Os mais conservadores podem realizar o sinal-da-cruz ao se depararem com um deles na rua, porém até a Record já teve um representante da classe como protagonista de seus folhetins. Poderosa (Dia Mesquita) do Amor Sem Igual (2019), aliás, não foi a primeira a ganhar espaço na rádio do bispo Edir Macedo – já que a Bíblia faz uma série de menções à profissão mais antiga do mundo.

Buscando tomar as rédeas de suas próprias narrativas, fugir dos clichês, das voltas e reviravoltas e dos resgates inexplicavelmente sexistas, as prostitutas contam até com o seu próprio dia, comemorado nesta quarta-feira (2).

A data marca o protesto em que uma centena desses profissionais ocupou a igreja de Saint-Nizier, em Lyon, na França, para chamar a atenção das autoridades para as precárias condições de vida. Eles entraram em greve, deixaram a cidade em alvoroço e entraram para a história.

Veja cinco prostitutas que se apaixonaram pela família brasileira:

REPRODUÇÃO / TV GLOBO

Laura Cardoso em O Outro Lado do Paraíso

Caetana

Mesmo com toda a sua vida dedicada ao desprezo, Caetana (Laura Cardoso) provou ser tão santa quanto Mercedes (Fernanda Montenegro) em O Outros Lado do Paraíso (2017). A madame roubou o show no capítulo anterior, quando subiu ao céu durante seu próprio velório – que se transformou em show de Pabllo Vittar.

REPRODUÇÃO / TV GLOBO

Giovanna Antonelli em Family Ties

capitu

Capitu (Giovanna Antonelli) conseguiu até eclipsar Camila (Carolina Dieckmann) em Laços de Família (2000). A estudante de direito se prostituiu para pagar a faculdade, criar o filho e sustentar os pais Pascoal (Leonardo Villar) e Ema (Walderez de Barros). E por isso engoliu muito desprezo de Orlando (Henri Pagnoncelli).

Em uma das cenas mais clássicas, ela foi desmascarada por Clara (Regiane Alves) bem no meio do casamento da protagonista, interpretada por Carolina Dieckmann e Edu (Reynaldo Gianecchini). A repressão avisou a todos os convidados que a “ilustre moradora do Leblon” era uma garota de programa.

REPRODUÇÃO / TV GLOBO

Luiza Tomé no Porto dos Milagres

palmeira rosa

Rosa (Luiza Tomé) era casada com Otacílio (Eduardo Galvão) quando foi presa por vingar a morte de sua irmã Cecília (Luiza Curvo) em Porto dos Milagres (2001). Com fama de ter “fogo na boca”, saiu da prisão e abriu um bordel ao mesmo tempo que adotava o apelido de “Palmeirão” – uma flora que Félix Guerreiro (Antonio Fagundes) conhecia bem.

REPRODUÇÃO / TÍTULO

Maitê Proença na Dona Beija

beijos senhora

Uma vingança levou Ana Jacinta (Maitê Proença) à prostituição em Dona Beija (1986). Inspirada pela figura homônima que escandalizou a sociedade Araxá, no interior de Minas Gerais, ela foi sequestrada, estuprada e obrigada a servir a Mota (Carlos Alberto) – e, na sua ausência, se deitaria com qualquer homem em troca de joias e ouro .

REPRODUÇÃO / TV GLOBO

Camila Pitanga no paraíso tropical

bebê

Olavo (Wagner Moura) não se cansava de chamar Bebel (Camila Pitanga) de “cachorro” no Paraíso Tropical (2007). O empresário se apaixonou pela prostituta que costumava bater na calçada de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, porém não teve coragem de pegá-la. O público, porém, torceu para que a jovem fisgasse o milionário e se divertia com seus bordões – como “catiguria”.

Enquete

Qual prostituta tem lugar cativo no sofá da tradicional família brasileira?

Caetana, que não foi à toa que se tornou santa

Capitu, que sofreu nas ruas do Leblon

Rosa, porque ela mostrou o “palmeirão”

Dona Beija, com base em fatos reais

Bebel, só para quem tem “catiguria”


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